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Saga 2: Qangão de Fogo contra o pato branco da Praia da Manoela

Saga 2: Qangão de Fogo contra o pato branco da Praia da Manoela

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Certa Noite de 1949 o herói Kangão de Fogo, foi cunvidado por um Curuné de Tibau para participar de um arasta pé no local que antigamente pertencia a Grossos. 

Animado o poltrão destemido pegou seu motor calceta alemão o qual tinha usurpado de um saldado germânico, quando este derrotou sozinho mais de cem saldado na tomada do Monte Castelo na Normandia, durante a 2ª guerra mundial, então colocou a o sabre kagossa na perna, revolver 45 na cintura, foi-se o pusilânime todo lascivo, pois ia cortejar, as marafonas do lugar. 

Depois de ser freneticamente rodeado pelas alcoviteiras dominicais, e muito oscular donzelas castas que ainda não teve cópula carnal, arrezolveu voltar a seu refugio, a bela terra de Grossos pele lhe esperava em berço esplendido. Singelo e refalsado de intrepidez e ousadia, saiu o nosso herói em seu possante motor alemão a escapular por volta das 1:00 da madrugada na escuridão da praia mítica, com muita malunga no cocho, o homem estava sanhudo. 

A pouca luz do lugar vinha do farol avermelhado do motor calceta, quando de repente apareceu na sua frente a ermar um pato branco que avoava trançando de um lado para outro na frente do motor foi então que cheio de hidrofobia, o Kangão de Fogo parou a mota, sacou o 45 da cintura e pregou fogo no pato que se despedaçou e como espuma correu para o mar, enquanto o Kangão de Fogo olhava as espumas juntaram e virou um novo pato maior, que avançou sobre ele, que não contou conversa e tacou-lhe bala de novo torando o bicho no meio, de novo correu para o mar e se transformou em um pato maior, ai o Kangão de Fogo lembrou da história do pato fantasma da praia da Manuela. 

Ai o quimbundo rabugento teve abalos involuntários do corpo. Montou na mota abufelou o acelerador e dispiriquitou a encafuar-se na direção de Pernambuquinho a toda velocidade e bicho voava atrás dele e suas asas ha farfalha sobre os seus chavelhos pega não pega, quando o agora desesperado homem que já não olhava para trás viu uma luz de lamparina na porta de uma casa em Pernambuquinho, era o artilheiro Eli--- Gado Bravo emérito salineiro da região que ia olhar uma vaca parida, Kangão largou a moto no combo da praia e correu jogando areia nas costa igual a um touro, entrou na casa do cidadão e foi para na cozinha entrando embaixo do girau e pediu aos clamores por todos os santos, para que lhe acolhe-se. Depois de um copo de garapa de açúcar o Bravo Lânguido acalmou-se, e com todo mundo acordado contou a epopeia aos 15 moradores da casa. 

E nunca mais o Kangão de Fogo foi ou andou sozinho nas praias de Tibau! Quem não acreditar pergunte a seu El---- do Gado Bravo que inté hoje vive com sua esposa Dona L--- e prole na praia de Pernambuquinho, ou ande sozinho nas praias encantadas de Tibau, 12:00 da noite no dia que faltar luz!!!

História publicada primeiramente no Facho deGrossos

http://www.ofachodegrossos.com/2014/06/saga-2-kangao-de-fogo-contra-o-pato.html